Vinhas

As nossas Vinhas

Localizadas a uma altitude média de cerca de 500m, em solos xistosos com bastante pedregosidade, as vinhas ocupam uma área de cerca de 15 hectares.
A vinha branca, que dá origem ao vinho Maritávora Nº1 Grande Reserva Branco, é uma pequena vinha com menos de um hectare que permanece em produção há mais de 100 anos, apesar de outras vinhas que lhe estavam próximas terem sido já arrancadas e replantadas. Este pequeno tesouro foi mantido graças à perseverança e carinho de várias gerações. As vinhas tintas têm idades entre os 20 e os 70 anos.
O encepamento é baseado em castas típicas do Douro. A vinha não é regada e utiliza-se o sistema de condução Guyot. Os rendimentos são baixos, sendo utilizada monda de cachos. A maioria das operações, desde a poda à vindima, são realizadas manualmente, mantendo-se o respeito pelo meio ambiente desde há décadas.
Todas as vinhas da Quinta de Maritávora estão em modo de Agricultura Biológica.

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Clima

A quinta de Maritávora situa-se no Douro Superior. Nesta sub-região do Douro, os Invernos são longos e rigorosos e os Verões muito quentes. O clima é extremamente seco, com precipitações anuais geralmente inferiores a 500 mm. As nossas vinhas estão situadas a 500 metros de altitude, pelo que se têm noites frescas mesmo nos meses de Julho e Agosto onde o calor é mais intenso. Este microclima de Freixo de Espada à Cinta, propicia vinhos com elevada concentração mas mantendo uma frescura bem marcada.

Solo

Os solos da Quinta de Maritávora são formados de xisto e extremamente pedregosos. São solos pobres que não permitem cargas elevadas e ajudam à mineralidade e concentração dos vinhos.

Freixo de Espada à Cinta

Localização das vinhas da Quinta de Maritávora

Mapa-Portugal

Freixo de Espada à Cinta situa-se na Região Demarcada do Douro e no Parque Natural do Douro Internacional. É uma das vilas mais remotas do país, terra natal do poeta Guerra Junqueiro. Destacam-se a igreja Matriz, construção do século XVI em estilo manuelino, a Torre do Galo, da época medieval e único exemplar de torre heptagonal em Portugal e ainda o Museu da Seda, lugar dedicado à tradição da seda, com artesãs a trabalhar ao vivo, extraindo dos casulos os filamentos da seda.